Uma nova decisão judicial suspendeu toda a tramitação da venda da Amazonas Energia para a Âmbar Energia, pertencente ao grupo J&F, dos irmãos Batista. O juiz federal Ney Bello determinou que a Cigás, estatal do gás, fosse reintegrada ao processo de negociação, que havia sido excluída anteriormente.
O caso agora será apreciado pela presidência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sob a responsabilidade do juiz João Batista Moreira. Essa situação traz à tona questões relevantes sobre a governança e a regulação do setor energético no Amazonas, além de indicar possíveis complicações na transação que visa à privatização da distribuidora de energia.
A decisão reflete a complexidade das operações envolvendo empresas estatais e os interesses de grupos privados na gestão de serviços essenciais. O futuro da venda da Amazonas Energia agora depende da análise do TRF1, o que pode impactar significativamente o cenário energético do estado e a atuação da Âmbar Energia na região.
Por Redação Amazônia Sem Fronteiras
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