A batalha judicial entre a Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) e a Âmbar, empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista, promete ser longa e cheia de reviravoltas. A Cigás decidiu firmar um contrato de cinco anos com o escritório do ex-presidente Michel Temer, que está atuando como advogado da companhia no litígio.
A Âmbar está em busca de finalizar a compra da Amazonas Energia, mas enfrenta desafios legais impostos pela Cigás, que questiona a legitimidade da transação nos tribunais superiores. Até o momento, a Âmbar tem obtido vitórias nos processos, o que acirra ainda mais a disputa.
Recentemente, decisões judiciais têm impactado o andamento da negociação. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) suspendeu mudanças em contratos relacionados às termelétricas adquiridas pela Âmbar, condicionando qualquer avanço à aprovação prévia da Cigás. Essa situação gera incertezas sobre o futuro da transação e as obrigações legais das partes envolvidas.
Com o fechamento do contrato com o escritório de Temer, a Cigás busca fortalecer sua posição na disputa e garantir que seus interesses sejam protegidos. A expectativa é que os desdobramentos dessa briga judicial continuem a impactar o setor energético na região e possam levar a novas decisões nos tribunais.
A situação é um reflexo das complexidades do mercado energético brasileiro, onde questões regulatórias e jurídicas frequentemente se entrelaçam, criando um cenário desafiador para todos os envolvidos. Acompanhar os próximos capítulos dessa disputa será fundamental para entender como ela afetará tanto a Cigás quanto a Âmbar e suas operações no Amazonas.
Por Redação Amazônia Sem Fronteiras
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