Escritora amazonense leva literatura e inclusão ao maior festival de criatividade colaborativa do mundo

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Rebeca Beatriz, autora de livro adaptado para o sistema braille, apresentou palestras no World Creativity Day

A jornalista e escritora Rebeca Beatriz, autora do livro “Devaneio: Amores Vividos, Histórias Inventadas”, com versão em braille, participou do World Creativity Day 2025. O evento, considerado o maior festival de economia colaborativa do mundo, ocorreu de 21 a 23 de abril, em mais de 60 cidades do Brasil e em pelo menos 20 países, simultaneamente.

A amazonense ministrou palestras sobre inclusão e literatura durante o evento em Manaus, na Faculdade Martha Falcão, zona Centro-Sul da cidade, no segundo dia do festival (22/04).

A autora conduziu as seguintes palestras:

  • 14h30 – Bate-papo: A importância do Sistema Braille para a Inclusão na Literatura
  • 16h – Criando Devaneios: Como escrever um livro

O painel de Rebeca proporcionou aos participantes um mergulho no universo da criação literária e na importância da acessibilidade na cultura.

“Literatura deveria ser um direito de todos. Talvez eu não consiga levá-la a todos, mas quanto mais públicos forem alcançados, maior o impacto social. Além disso, falar da importância da leitura e da inclusão é sempre muito gratificante”, disse a escritora.

O World Creativity Day (WCD) é o maior festival colaborativo de criatividade do mundo e acontece anualmente em várias cidades, com o objetivo de promover a inovação, a arte e o conhecimento.

Sobre o Devaneio

A obra “Devaneio: Amores vividos, histórias inventadas” foi lançada em sua versão tradicional durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em 2019, reunindo contos sobre amor, dor, perda e superação — sentimentos comuns a todas as pessoas. A obra fala de vontades, pensamentos, anseios e ilusões que o ser humano está sujeito a viver.

Já a versão em braille do livro foi lançada em setembro de 2024, durante a 18ª Primavera dos Museus, em Manaus, com o intuito de conscientizar a sociedade sobre o direito universal à educação e ao conhecimento, além de derrubar barreiras e contribuir para um melhor acesso à literatura para todas as pessoas. Foram produzidos 20 exemplares, distribuídos para bibliotecas da capital amazonense — incluindo a Biblioteca Braille do Amazonas, que possui o terceiro maior acervo em braille do país.


Texto e foto: Divulgação

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